"Se eu pudesse, eu o despedaçaria com minhas próprias mãos, esse Putin."Halyna Popriadukhina, de 65 anos, está cansada de fugir. Forçada a abandonar sua casa no leste do país três vezes em quatro anos de guerra, ela agora vive na Ucrânia central.Ela trabalha com outras mulheres confeccionando redes de camuflagem para o exército. E espera por notícias do filho, desaparecido na guerra desde novembro de 2023. "Espero pelo meu filho mais do que tudo, mesmo que ele tenha desaparecido em ação há três anos. Não consegui encontrá-lo, mas continuo esperando. Acredito que ele está vivo. Isso me mantém de pé", diz Halyna.