o meio da arquibancada, entre bandeiras, cantos e batuques, elas ousaram ocupar um espaço antes preenchido majoritariamente por homens. Levantam os braços e puxam os gritos de incentivo que ecoam pelo estádio. Hoje, cada vez mais mulheres transformam a arquibancada em território de paixão, resistência e protagonismo. E neste domingo, no Dia Internacional da Mulher, na final do Parazão entre Remo e Paysandu, elas marcam presença para empurrar o time do coração.
Imagens: Adriano Nascimento e Cristino Martins
Reportagem: Aila Beatriz Inete