Conseguir um apartamento em grandes cidades alemãs está muito difícil. Em Berlim, nos últimos quinze anos, a capital recebeu mais de meio milhão de novos habitantes. Por isso que algumas visitas de apartamento têm filas intermináveis, como a DW já mostrou em outro vídeo. Mas o racismo no mercado imobiliário acontece muito contra nomes estrangeiros. A decisão na Justiça da qual foi a favor de uma alemã com nome paquistanês, chamada Humaira Waseem. Ela é professora e procurava um apartamento no sul de Frankfurt. Ela escreveu um e-mail para um corretor pedindo para visitar um imóvel. E recebeu uma negativa na hora. Humaira também escreveu pedidos com o mesmo padrão de renda, idade etc, mas assinando com nomes alemães, como Julia Schneider. E aí ela conseguiu uma resposta positiva. O tribunal reconheceu este teste como uma prova de racismo e enquadrou o corretor na Lei Geral de Igualdade de Tratamento.