Projeto Borboleta, criado em 2011 pelo Tribunal de Justiça do Rio Grande do Sul, tem grupos reflexivos de gênero para autores de agressões contra muilheres. O objetivo é avançar na aplicação da Lei Maria da Penha, que prevê a educação de homens. As reuniões ocorrem em oito encontros semanais, com duração de cerca de duas horas cada.