Peru volta às urnas para eleger seu novo presidente em um cenário de profunda instabilidade política. Em apenas uma década, o país já viu nove presidentes passarem pelo cargo, um reflexo direto do "autoritarismo legislativo" imposto por um Congresso fragmentado.
Será que o Peru conseguirá encontrar um caminho para a estabilidade? Ou o ciclo de trocas frenéticas na presidência continuará? Acompanhe a análise completa desta eleição crucial para o futuro do país.
Apesar da impopularidade, Keiko Fujimori, filha do ex-ditador Alberto Fujimori, surge como forte candidata, disputando cabeça a cabeça com o "Trump peruano" Rafael López Aliaga e o comediante Carlos Álvarez. A alta fragmentação política, com 35 presidenciáveis, explica essa contradição e o desinteresse da população.
Milhares de jovens já foram às ruas em protestos contra a corrupção e a violência, que levaram à queda da ex-presidente Dina Boluarte. A crise política persiste, e os eleitores precisam escolher entre líderes controversos em um país sedento por mudanças.
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