Que faltam mulheres na ciência não é novidade para ninguém. Mas um relatório recente mostrou quão sub-representadas realmente estamos. Em 2025, apenas 19% dos membros de 136 instituições científicas do mundo eram mulheres. A boa notícia é que houve um aumento em comparação com a participação feminina em 2020 (16%) e 2015 (12%). A má notícia é que apenas uma em cada cinco das academias de ciências é liderada por uma mulher — o que representa zero progresso em relação aos últimos cinco anos. Ou seja, por mais que o número de mulheres tenha aumentado, elas raramente têm influência real ou poder de decisão. E a barreira começa já no processo seletivo. Embora a maioria das instituições afirme que a seleção é baseada em meritocracia, na prática, as mulheres continuam sendo menos indicadas a cargos e prêmios.