Um idoso vivia em condições chocantes de trabalho análogo à escravidão no Recife. A operação de resgate revelou uma rotina de exploração e falta de liberdade, onde o cuidador não tinha autonomia para sair do local.
A investigação expôs um cenário de 24 horas de trabalho contínuo, sem descanso adequado. A vigilância constante sobre o idoso era justificada por ameaças e responsabilidade em caso de acidentes, prendendo o cuidador em um ciclo de exaustão e medo.
As condições de moradia eram precárias e desumanas, com o cuidador dormindo em locais improvisados para estar sempre por perto. O mobiliário simples e a falta de privacidade completavam o quadro desolador dessa situação.
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