A juíza Eva do Amaral Coelho, do Tribunal de Justiça de Rondônia (TJ-RO), causou controvérsia ao comparar as condições de trabalho e as cobranças por produtividade na magistratura a um "regime de escravidão".
A fala, registrada em vídeo durante um ato processual, gerou críticas imediatas por parte de juristas e movimentos sociais, que apontam uma desproporção ética e histórica na analogia. O Conselho Nacional de Justiça (CNJ) deve analisar se a conduta da magistrada viola o Código de Ética da Magistratura e o dever de prudência e linguagem adequada ao cargo.
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