Pesquisadores descobriram que o vírus Sabiá, altamente perigoso e raro no Brasil, sofreu mutações genéticas que o tornaram indetectável por exames antigos. Responsável por uma síndrome hemorrágica e neurológica aguda, o patógeno hoje tem apenas 89% de semelhança com a versão dos anos 90. Cientistas criaram um novo método de diagnóstico para rastrear o vírus, que pode estar circulando em silêncio.
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📽️ Amanda Feitoza/CB/DA Press