Copom, Selic e petróleo: conflito no Irã pode mudar decisão sobre juros?
A reunião do Copom nos dias 17 e 18 de março acontece em meio à escalada de tensão no Oriente Médio — e o impacto nos preços das commodities pode influenciar a trajetória da Selic.
No VEJA Mercado, apresentado por Veruska Donato, as economistas Laura Pacheco e Sergio Vale, economista-chefe da MB Associados, analisam como o cenário internacional pode afetar a decisão do Banco Central.
Laura avalia que, embora houvesse apostas de corte de 0,75 ponto percentual na Selic, o Copom pode adotar postura mais conservadora diante do risco inflacionário. Ao mesmo tempo, ela destaca que o aumento das commodities pode favorecer a balança comercial brasileira.
Sergio Vale reforça que a Petrobras tende a se beneficiar da alta do petróleo e pondera que, se o patamar elevado persistir, pode haver efeitos cambiais e fiscais relevantes.
➡️ O Copom mantém ou desacelera o corte da Selic?
➡️ A alta do petróleo ajuda ou atrapalha o Brasil?
➡️ O conflito pode pressionar a inflação?
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