Brasileira relata rotina sob alerta de mísseis em Israel. Em cobertura especial da VEJA sobre os ataques dos EUA e de Israel contra o Irã, a jornalista brasileira Bianca Kestembaum, que vive em Petah Tikva, descreve como funciona o sistema de alerta e como a população lida com o clima de tensão.
Segundo Bianca, o aviso chega primeiro pelo celular, com antecedência de 10 a 15 minutos, permitindo que as pessoas se dirijam com calma aos espaços protegidos. “Não precisa entrar em pânico, não precisa sair correndo”, afirma.
Ela explica que a rotina foi modificada: escolas não funcionarão, estabelecimentos não essenciais devem permanecer fechados e as orientações são atualizadas constantemente pelas autoridades locais de defesa civil. Supermercados e farmácias tendem a abrir, garantindo o abastecimento.
Bianca também relata o espírito de solidariedade nos abrigos. “Um leva chocolate, outro leva whisky, alguém leva torta”, conta, ao descrever como vizinhos tentam manter a tranquilidade mesmo diante das sirenes.
📌 Neste vídeo:
Como funciona o sistema de alerta em Israel
O que abre e o que fecha em meio à tensão
O clima nas ruas e a adaptação da rotina
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