Petróleo, inflação e guerra no Oriente Médio: como o americano comum está reagindo ao conflito e quais podem ser os impactos no preço da energia e na economia global.
No VEJA Mercado, apresentado por Veruska Donato, o economista Bruno Corano, CEO da Corano Capital, analisa como a população dos Estados Unidos acompanha a escalada de tensões no Oriente Médio — especialmente os reflexos no preço do combustível e na inflação.
Segundo Corano, o impacto mais imediato percebido pelos americanos está no bolso. “Aqui nos Estados Unidos o preço do combustível muda diariamente. Você sente a oscilação imediatamente”, explica.
Ele afirma que, independentemente de posições políticas sobre Donald Trump, há um ponto de consenso: o temor de que o conflito provoque pressão inflacionária.
Corano também avalia que o conflito tende a ser breve. Para ele, a estratégia americana passa por evitar uma escalada prolongada, sobretudo diante do cenário político interno e das eleições legislativas nos EUA.
“O controle da situação está na mão dos americanos. Não existe uma agenda clara para uma guerra longa”, afirma.
No programa, ele também comenta:
como a sociedade americana reage à política externa
o impacto do petróleo na inflação global
a estratégia de Donald Trump no conflito
por que o mercado acompanha cada movimento da guerra
Assista à análise completa no VEJA Mercado.
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