A febre da Copa do Mundo está tomando conta do Haiti. O país caribenho está de volta ao Mundial de futebol após 52 anos.A última – e única – participação do Haiti na Copa tinha sido em 1974, na Alemanha."Vestir a camisa é uma mensagem de esperança que envio a cada um dos guerreiros que lutarão por nós e pelo Haiti – uma mensagem de que ainda há vida aqui e que devemos seguir em frente, especialmente dada a situação que estamos vivendo", diz Wilkerson Daromain, morador local.O crime organizado e a violência moldam o cotidiano no Haiti. Estima-se que facções criminosas controlem entre 80% e 90% da capital, Porto Príncipe, incluindo o estádio nacional, o que forçou o Haiti a jogar em Curaçao as partidas "em casa" das Eliminatórias.