Se existe uma herança brasileira durante as Copas do Mundo além de torcer pela Seleção, é escolher uma segunda camisa para vestir. Essa prática significa adotar outras seleções como “times do coração” durante o mundial, criando uma torcida paralela que acompanha os jogos.
Muitas vezes, essas escolhas recaem sobre países fora do olhar europeu, como seleções da África, Oriente Médio ou da América Latina. E nenhum caso simboliza melhor esse fenômeno do que Cabo Verde.
A pequena nação africana chegou à sua primeira Copa do Mundo sem o status de favorita. Mas bastaram dois jogos para conquistar milhões de torcedores do outro lado do Atlântico.
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📽️: Thamires Pinheiro/CB/DA Press