Adriana Felisberto Pereira, condenada pela morte da estudante Luísa Lopes, afirmou em audiência de custódia realizada nesta quarta-feira (12) que foi impedida de prestar depoimento durante seu julgamento. A declaração contradiz a justificativa apresentada durante o júri de que ela teria passado mal. O Ministério Público do Espírito Santo (MPES) solicitou a abertura de uma investigação para apurar as falas e identificar possíveis crimes de falsidade. A defesa de Adriana negou as afirmações, relatando que a ausência no depoimento foi uma decisão estratégica e facultada pelo magistrado responsável.