Pesquisadores usam estratégias inusitadas como perfil no OnlyFans e uma criptomoeda própria, a OnlyMarms, para arrecadar fundos e manter estudos com marmotas nos EUA. A iniciativa já garantiu US$ 95 mil e visa cobrir os custos de mais um ano de trabalho científico após cortes de verbas governamentais.
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📽️ Rodrigo Craveiro/CB/DA Press
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