E a meia-noite perdeu seu domínio,
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E a meia-noite perdeu seu domínio,
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Quando a estrela de Xaltotun morreu,
E a meia-noite perdeu seu domínio,
As torres calaram o nome do déspota,
Como se ocultassem antigo fascínio.
Os salões de mármore da Aquilônia
Ainda guardavam sangue e licor.
O Trono do Dragão venceu os séculos,
À espera de um braço superior.
Nenhum sacerdote ungiu-lhe a fronte,
Nenhum arauto cantou sua glória.
A espada escolheu o soberano;
O cimeriano escreveu a própria história.
Estandartes negros cobriam muralhas,
Altas torres perfuravam o vento invernal.
Velhos impérios vergaram os cedros;
Ergueu-se o Leão sobre o trono real.
(Refrão)
Não nasceu rei,
O aço decidiu.
Não foi o sangue,
Foi quem resistiu.
O Trono do Leão.
A chama do Norte.
Os séculos guardam
Seu nome mais forte.
Viva o rei
Viva Conan!
A joia da coroa pesava menos
Que as cicatrizes de tantas campanhas.
Levava um reino sobre os ombros,
Sem perder a alma das gélidas montanhas.
As criptas sombrias foram fechadas,
Calaram-se os velhos encantadores.
A noite dos magos chegou ao ocaso
Diante da fúria de destemidos conquistadores.
A Fênix subiu sobre a Aquilônia,
Vestindo de fogo o céu imperial.
Ruíram impérios como gelo antigo
Ao toque de um inverno final.
Ao seu lado seguia Zenóbia,
Constante no fogo da provação.
Nenhum império mostrou mais firmeza
Que duas almas na mesma missão.
(Refrão)
Não nasceu rei,
O aço decidiu.
Não foi o sangue,
Foi quem resistiu.
O Trono do Leão.
A chama do Norte.
Os séculos guardam
Seu nome mais forte.
Viva o rei
Viva Conan!
Quando a última sequoia emudecer,
E os mares cobrirem o salão,
As pedras da velha Aquilônia
Dirão somente uma inscrição:
"Aqui reinou o último rei verdadeiro...
Conan da Ciméria."
Viva o rei
Viva o rei
Viva o rei Conan
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✓✓ composição de 👇🏻
Astrikos Katoikos
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